terça-feira, 8 de dezembro de 2015

sábado, 26 de setembro de 2015

Drivers


Está procurando Driver para produtos Yamaha?

Mesas, Teclados, Sintetizadores e muito mais...




Está procurando Driver para produtos Korg?



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Tape Flute - Alesis Fusion 6HD


Sample para Kontakt

Tamanho do Arquivo:  (10.5MB)
timbre de Flauta Sampleado do teclado Alesis Fusion 6HD
Compatível com KONTAKT versão 5.1.0 ou versões superiores.

Roland Juno Stage - Sine Lead


Sample para Kontakt

Tamanho do Arquivo:  (4.6MB)
Compatível com KONTAKT versão 5.1.0 ou versões superiores.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Microfones e captação do som nos estúdios


Reflection filter. O filtro de reflexão ajuda a isolar as fontes do ambiente usando várias camadas de materiais acústicos para ajudar a reduzir o ambiente da sala no microfone. Em um dos modelos, a primeira camada é feita de um polímero que difunde as ondas sonoras que passam através dela. A seguinte é uma camada de lã acústica de alto grau de absorção, seguida de um intervalo de ar. Isso ajuda a absorver reflexos indesejáveis ​​e separa as camadas mais externas da camada estriada interior. Esta camada interior é feita de uma espuma de alta densidade, especialmente concebida com ondulações curvas para isolar ainda mais a fonte. Há modelos com nove camadas.


Gravar vozes e instrumentos acústicos ou elétricos é uma das tarefas mais críticas de um estúdio. E, se não há regras, qual é a melhor maneira de se captar cada som? Como ponto de partida, vale a pena conhecermos os procedimentos mais comuns de captação e os microfones mais usados pelos estúdios mundo afora.

Comecemos pela escolha do local mais adequado dentro da sala de gravação, aquele onde os sons têm maior naturalidade. Do mesmo modo, devemos sempre experimentar o posicionamento correto do microfone diante da fonte sonora. Essas duas precauções são mais valiosas até do que a própria escolha do microfone.
É fácil a gente concordar com isto, imaginando o seguinte: o que vai captar melhor a minha voz, um microfone barato comprado na rua, posicionado a 5 centímetros de distância da minha boca, ou um microfone sofisticado para estúdio, só que a 10 metros de mim? É claro que a posição do microfone faz muita diferença, então! Não adianta investir sem saber posicionar os microfones.
Pré-amplificadores. Os microfones trabalham em níveis de volume mais baixos do que os instrumentos eletrônicos, como teclados, baterias ou aparelhos como as mesas e as placas de som. Para operarem em níveis compatíveis com os dos demais equipamentos, os microfones precisam ser pré-amplificados, isto é, amplificados antes de entrarem no sistema de som.
Podemos utilizar pré-amplificadores avulsos para os microfones e enviar o som dali para a placa de som. Existe uma grande quantidade de bons modelos no mercado. Por outro lado, podemos utilizar os preamps de uma placa de som, o que costuma sair bem mais em conta. Ou usar uma mesa.
Conexões. Os microfones podem ser ligados diretamente à mesa, caso não disponhamos de um pré-amplificador específico para eles. A mesa deve ter entradas balanceadas no formato Cannon XLR de três pinos para uma melhor qualidade do som.
O microfone usa uma saída balanceada, que contém um terceiro fio que neutraliza ruídos e interferências eletromagnéticas no seu sinal, além dos tradicionais fios neutro efase. A saída balanceada do microfone é conectada à mesa através de um cabo com plugues XLR (ou Cannon).
Captação de guitarra
Captação de guitarra
            Tipos.Os microfones para gravação, quanto ao seu modo de funcionamento, se dividem em dois grupos principais: dinâmicos e a condensador.
Microfones dinâmicos, os também chamados microfones duros, baseados numa bobina móvel acoplada à membrana, têm em geral uma resposta um tanto “dura”, só captando bem a fonte sonora próxima à membrana. Esses modelos são os mais recomendados para captar sons de maior intensidade ou pressão, como percussão, metais (sopros) e alto-falantes de guitarra. Com sua resposta fraca para sons mais distantes, são muito úteis para os pequenos estúdios sem tratamento acústico, assim como para o uso no palco, já que são resistentes a ruídos de manuseio.  
Microfones a condensador. Bem mais sensíveis que os dinâmicos, são mais usados em estúdios de gravação e de TV, otimizando a qualidade sonora. Ideais para captar vozes e instrumentos com sons de média ou pouca intensidade, desde que num ambiente acústico tratado. Também chamados de microfones a eletreto ou capacitivos, esses modelos precisam de energia elétrica para alimentar o condensador.
Phantom power. Geralmente, a mesa de som ou o pré-amplificador tem uma chave dephantom power, que envia uma corrente elétrica com a tensão de 48 Volts para o condensador através do próprio cabo de áudio do microfone. Os outros tipos de microfones, como os dinâmicos, ignoram esta energia “fantasma” (ou seja, invisível, sem um cabo próprio).
Microfonia ou feedback é a realimentação ou o retorno do som captado pelo microfone a ele próprio após o som ser amplificado e reproduzido pelo alto-falante. O microfone não pode estar na mesma sala que um alto-falante ligado reproduzindo o seu som, pois será inevitável a microfonia. Durante a gravação, capte os sons em outra sala, isolada acusticamente, ou use fones de ouvido em vez dos alto-falantes.
Cardioide
Cardioide
Áreas de captação. Microfones podem captar o áudio vindo de várias direções com diferentes curvas de atuação, popularmente chamadas unidirecionais e multidirecionais. Fora dessa área, a captação se reduz a níveis muito baixos. Dependendo dos modelos, podem atuar de uma única maneira ou de várias, escolhidas num seletor. É importante observarmos e compreendermos osdiagramas polares dos manuais para conhecermos a sua área de captação. Os ícones de cada diagrama costumam vir desenhados no próprio microfone.
Unidirecionais. Os microfones unidirecionais são chamados assim por captarem melhor os sons que vêm da sua frente. De acordo com a abrangência de sua atuação (captando os sons em áreas mais estreitas ou mais largas), eles podem se classificar como cardioides, supercardioides e hipercardioides.
Os microfones cardioides captam melhor os sons emitidos dentro de uma área em forma de coração, diante da cápsula e a moderada distância. Quanto mais a fonte sonora se posicionar à frente da cápsula do microfone, maior será o ganho. Quanto mais ela se afastar da frente da cápsula, girando em torno do microfone, menor o nível do som captado. Por trás do microfone a captação é anulada.
Supercardioide
Supercardioide
Os supercardioides e os hipercardioidestêm essa área de captação frontal ainda mais estreita. Embora também captem os sons mais próximos (ou mais fortes) que vêm de trás, eles não são capazes de captar os sons que vêm de trás em diagonal.
Se, por um lado, esses microfones são insuficientes para captar o som de uma área mais larga, como um coro, por outro lado, reduzem os vazamentos de ruídos externos na gravação, sendo ainda mais úteis em gravações de várias fontes sonoras com vários microfones e nos estúdios sem isolamento acústico.
Onidirecionais. Mais conhecidos como microfones omnidirecionais, os também chamados multidirecionais captam o som que vem de todas as direções. São ideais para gravação de seções de orquestras e coros, além de permitir boa captação em um ambiente sem vazamentos.
Figura-de-8. Captação de duas regiões esféricas, uma à frente e a outra atrás do microfone, isolando os sons laterais. Boa para gravar duas fontes sonoras posicionadas uma diante da outra. Também chamado de bidirecional.
Hipercardioide
Hipercardioide
Multidirecionais. Microfones que permitem selecionar entre os diversos diagramas polares através de uma chave seletora. No entanto, o termo também se refere aos microfones onidirecionais e figura-de-8.
            PZM. Pressure Zone Microphone,boundary mike ou microfone de ambiente é um tipo de microfone com o formato achatado, geralmente pendurado em uma parede lateral da sala de gravação. Seu elemento é afixado suspenso sobre um dos lados de uma folha de material reflexivo ao som. Por isso mesmo seu padrão de captura é o mais aberto possível, assemelhando-se a uma semi-esfera, registrando sons provenientes de todas as direções em relação à sua superfície superior.
Colecionando microfones. Existe uma infinidade de modelos de microfones para estúdios de gravação e muitas excelentes fábricas. Os modelos aqui citados são os mais freqüentemente encontrados em grandes, médios e pequenos estúdios, devido à sua qualidade, versatilidade, seu custo/benefício ou outros fatores.
Se o seu home studio ainda é básico, sem tratamento acústico, este não é o momento apropriado para adquirir uma coleção de microfones para todas as finalidades. Neste caso, o uso de um ou dois microfones dinâmicos, desses que se usam nos palcos, pode ser uma solução natural.
Onidirecional
Onidirecional
Dinâmicos e, portanto, pouco sensíveis a sons mais distantes, além de unidirecionais (cardioides), esses modelos compensam bastante a ausência do isolamento e do tratamento acústico.  Econômicos com relação à qualidade, permitem a poupança para os próximos investimentos.
O estúdio de médio porte pode adotar, para uso geral, um bom modelo a condensador que sirva para captar vozes e instrumentos como o violão, além de um dinâmico para os sons mais agressivos.
Para o pequeno estúdio com isolamento e algum tratamento acústico, surgiram nos últimos anos muitos modelos de microfones a condensador de baixo custo.
Para home studios maiores, a aquisição dos microfones segue a sua própria vocação. Gravar bateria, por exemplo, demanda a compra de um kit de microfones específicos para os tambores e pratos, além da necessidade de uma sala especial para a sua captação. Também por isso a maioria dos home studios opta pelo uso das baterias virtuais e dos loops.
Qualquer que seja a sua escolha, lembre-se que o mais importante é sempre o posicionamento do microfone e da fonte sonora durante a captação.
Figura-de-8
Figura-de-8
Vejamos, então, aqui, algumas técnicas e os microfones mais usados para a captação de vozes e dos instrumentos mais comuns:
Voz. Os microfones a condensador são os mais apropriados. Os mais usados nos estúdios comerciais são o Neumann U87 e o AKG C 414. Vários modelos da Behringer, da CAD e da MXL, entre outras fábricas, são alternativas usuais para um home studio de porte médio. O microfone deve ficar sempre no pedestal, com suspensão própria e uma tela para filtrar o som da voz e barrar a emissão mais forte do ar, que causa o indesejável “puf” ou “pop” na gravação.
A distância do microfone a condensador varia de acordo com a potência vocal do cantor, geralmente entre uns cinco e uns trinta centímetros, na altura dos olhos ou um pouco abaixo. Usando um microfone dinâmico (no pequeno estúdio), devemos posicioná-lo a 45 graus da boca do cantor e a distância será de um a cinco centímetros.
Após “passarmos o som” não devem ser feitos outros ajustes de volume durante a gravação. Toda a dinâmica fica por conta do cantor e de seu posicionamento diante do microfone. Os demais ajustes só serão realizados na mixagem. Caso ocorra um pico excessivo ou clip no sinal de áudio durante a gravação, devemos interrompê-la. Observamos onde ocorreu o pico (no preamp, no canal da mesa, na placa de som ou no retorno), corrigimos o nível e reiniciamos a gravação.
Violão. Temos aqui várias opções de captação. Em um ambiente acústico ideal, o violão com cordas de nylon será captado por um ou dois microfones a condensador, como os citados aqui para voz, a uns trinta centímetros do tampo frontal do instrumento e a uns sessenta centímetros um do outro (se usarmos dois). Evitamos posicionar o microfone próximo à boca do violão, de onde o ar sai com muita pressão.
Microfone  lapiseira
Microfone lapiseira
Na maioria dos home studios, uma boa opção é começar experimentando posicionar um microfone a condensador, ou mesmo um dinâmico, a poucos centímetros da parte inferior do tampo do violão, geralmente na parte de trás. Use um fone de ouvido para escolher as melhores posições do violão e do microfone.
O violão com cordas de aço ou folk, atuando em conjunto com outros instrumentos de harmonia, pode ser captado por um microfone que realce as altas freqüências (agudos), desses de prato de bateria, com o formato de lapiseira.
Guitarra. A captação da guitarra costuma ser feita através de microfones dinâmicos, captando o alto-falante do amplificador a uns dez ou quinze centímetros. O microfone aponta perpendicularmente para o centro do raio do cone do alto-falante. O amplificador deve estar em outra sala, isolado da técnica. Usa-se também a gravação em linha através de um pré-amplificador ou um simulador de amplificadores.
Baixo. Pode ser conectado diretamente à placa de som, ou à mesa, ou via amplificador, ou microfonado ou de várias formas combinadas. Microfonado, segue os padrões da guitarra, usando um microfone dinâmico. Em linha, o som é mais nítido. As cordas têm que estar novas, o instrumento regulado e, se usar captação ativa, bateria nova.
Bateria. Usam-se vários microfones diferentes, em geral dinâmicos para as peles e a condensador para os pratos. Para o bumbo, o mais comum é o AKG D 112, dentro do bumbo.  Sobre a caixa, usa-se muito o Shure SM57, voltado para a pele superior, a uns 5cm da borda. Muitos técnicos de captação usam nos tom-tons o Sennheiser MD 421 e no surdo, o Electro-Voice RE 20, posicionados como na caixa. Usa-se mais para o contratempo o Shure SM94. Os pratos podem ser captados por cima, por dois microfones “overall” do tipo lapiseira, como o Shure SM81.
Nunca é demais experimentarmos outras opções de captação, já que o que realmente importa é o resultado. A boa execução vocal ou instrumental é o fator mais importante para uma gravação de qualidade. Não deixe para recuperar a qualidade na mixagem. As melhores soluções são encontradas na hora de gravar.
Nos estúdios de gravação existem microfones específicos para a captação de cada tipo de voz ou instrumento musical, como também há modelos mais versáteis para uso geral. Informe-se, não deixe de testá-los e compará-los com os concorrentes em condições acústicas normais e iguais antes de comprar. E compre o que o seu ouvido mandar.

Plug-ins e drivers de áudio: entenda as siglas e as tecnologias

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Plug-ins e drivers de áudio: entenda as siglas e as tecnologias


Muito mais importante do que a maioria dos usuários imagina, a escolha correta dentre as diversas tecnologias disponíveis pode fazer toda a diferença. A diferença entre um sistema de gravação que funciona e outro que não funciona, ou que funciona mal.
Vamos conhecer aqui um pouco sobre os tipos de controladores ou drivers de áudio do mercado e também as principais tecnologias de plug-ins com efeitos de áudio e instrumentos virtuais.

Drivers de áudio

Os controladores ou drivers são componentes de software que traduzem as linguagens do computador e de uma interface de áudio ou placa de som. Todo o trânsito do som entrando e saindo do computador é administrado pelo driver, que também interfere em seu processamento. De acordo com o computador, com a interface e com o programa escolhidos, devemos adotar um determinado driver.
Os drivers são fornecidos com as placas de som. Podemos usar mais de um tipo de driver, mas, eventualmente, eles podem entrar em conflito e até paralisar o computador. É comum o fabricante incluir vários tipos de drivers com um mesmo produto e o usuário deve escolher o(s) tipo(s) adequado(s) ao seu caso.
Além da funcionalidade e da compatibilidade com programas e plug-ins, um critério decisivo na escolha do driver é a latência, ou o atraso percebido entre um comando e a sua execução. Por exemplo, se tocamos um instrumento virtual e as notas soam um pouquinho atrasadas, estamos com uma latência perceptível. E alguns drivers têm menos latência que outros.
Vamos a eles:
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ASIO (Mac, PC), ou Audio Stream Input and Output, é provavelmente o controlador de audio multicanal mais popular nos estúdios. Disponibiliza entradas e saídas simultâneas em múltiplos canais e, tipicamente, permite trabalhar em baixa latência. Foi desenvolvido pela Steinberg para seus programas Cubase e Nuendo, mas foi adotado por concorrentes como o Live e o Sonar.
É uma tecnologia mais adequada às situações de gravação ou reprodução multicanal do que aquelas tradicionalmente oferecidas pelo Windows ou Mac/OS, mais voltadas para aplicações estéreo de multimídia. As placas de áudio com suporte para ASIO permitem um rendimento muito melhor das aplicações multipista, com melhor sincronismo entre as pistas de áudio e melhor compatibilidade entre vários dispositivos.
Principalmente, o ASIO funciona como o coração dos plug-ins VST, o que garante a sua popularidade.
ASIO4ALL (PC), ou “ASIO para todos”, é um driver ASIO genérico de baixa latência e independente de hardware para dispositivos de áudio WDM. Alguns fabricantes de áudio anulam a garantia quando seus produtos são usados com este driver. ASIO4ALL é gratuito para o usuário final.
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Core Audio (Mac) é a conexão do Mac OS X entre os programas e os dispositivos de entrada e saída. Com a latência em torno de 1 ms e suporte a multicanais, a Apple pretende que ele seja o driver de áudio padrão para todos os programas de áudio do Macintosh, para que os desenvolvedores não tenham que estabelecer seus próprios protocolos de áudio e MIDI.

DAE (Mac, PC). Diferentemente de muitos outros controladores de áudio, este é exclusivo para as interfaces da Digidesign. Ao mesmo tempo um driver multicanal e um aplicativo de áudio, o DAE roda lado a lado com um programa compatível como ProTools, Logic ou Digital Performer. Com o DAE, podemos rodar plug-ins RTAS e/ou TDM sem precisar de outro programa.
Direct I/O (Mac,PC). De modo semelhante ao DAE, o Direct I/O era usado para a comunicação com as interfaces da Digidesign. Só que ele não é um aplicativo, mas simplesmente um driver de áudio multicanal.
WASAPI (PC), ou Windows Audio Session API, foi implementado a partir do Windows Vista. API, de Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para a utilização das suas funcionalidades por aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da implementação do software, mas apenas usar seus serviços.
Cada fluxo ou stream de áudio é um membro de uma sessão de áudio. Através da sessão de captação, um cliente WASAPI pode identificar um fluxo de áudio como um membro de um grupo de sequências de áudio relacionadas. O sistema pode gerenciar todos os fluxos na sessão como uma única unidade. Cada fluxo de áudio é um membro de uma sessão de áudio. Através da sessão de captação, um cliente WASAPI pode identificar um fluxo de áudio como um membro de um grupo de sequências de áudio relacionadas. O sistema pode gerenciar todos os fluxos na sessão como uma única unidade.
O mecanismo de áudio é o componente de áudio do modo de usuário através do qual os aplicativos compartilham o acesso a um dispositivo de áudio. O mecanismo de áudio transporta os dados de áudio entre um buffer, que é uma memória intermediária, e um dispositivo, como uma placa de som. Para reproduzir um fluxo de áudio por meio de um dispositivo de processamento, um aplicativo periodicamente grava dados de áudio em um buffer de processamento. O mecanismo de áudio mistura os fluxos dos diversos programas. Para gravar um fluxo de áudio a partir de um dispositivo de captura, o programa lê periodicamente dados de áudio de um buffer
WDM/KS (PC), iniciais de Windows Driver Model/Kernel streaming, foi desenvolvido pela Microsoft no final dos anos 1990. Assim como o ASIO, é um tipo de controlador de áudio multicanal. Os usuários de placas onboard no PC (ou SoundBlaster) com este driver poderão usar plug-ins de efeitos DirectX e instrumentos DXi, inclusive em tempo real, com latência relativamente baixa. Isto permite monitorar e gravar efeitos ao vivo durante a gravação de vozes e instrumentos.

Plug-ins de efeitos e instrumentos

Um plug-in é um software que adiciona funcionalidade a um outro programa maior. Pode ser da mesma marca ou até de um concorrente. Como um acessório, uma vez instalado, passa a fazer parte do menu de funções do programa que o acolhe. Existem plug-ins para artes gráficas, navegação na internet, áudio e outros. Na área da produção musical temos duas categorias: efeitos sonoros (eco, equalizador, compressor, redutor de ruídos) e instrumentos virtuais (baterias, samplers e sintetizadores). Eles podem funcionar “ao vivo” ou na edição do áudio.
De acordo com os programas e computadores que usamos, temos diversas tecnologias:
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AAX (Avid Audio eXtension) (Mac, PC) é o novo formato avançado de plug-ins da Avid, oferecendo, segundo a empresa, melhores fluxos de trabalho e paridade de som quando partilhando sessões entre DSP-acelerados e nativos com base em sistemas Pro Tools. É compatível com 64 bits.
O formato vem em dois sabores:
• AAX DSP – compatível apenas com o Pro Tools HDX (o sistema TDM não é compatível com o Pro Tools HDX)
• AAX Native – compatível com qualquer sistema rodando o software Pro Tools / Pro Tools HD 10
A Avid anunciou que todos os seus plug-ins estão sendo transferidos para o AAX – muitos já estão disponíveis e muitos plug-ins de áudio de terceiros também estão disponíveis em formatos AAX.
Estes plug-ins TDM não são compatíveis com AAX:
• Dolby Surround Tools
• Line6 Amp Farm
• Line6 Eco Farm
• plug-ins TDM da TC Electronic
Versões AAX de plug-ins da Avid vêm incluídas com o Pro Tools 10 e Pro Tools HD 10. Para plug-ins TDM que ainda não foram transferidos para o AAX, podem-se usar as versões RTAS com o Pro Tools | HDX neste ínterim.
Havia três tipos de plug-ins do Pro Tools: AudioSuite, RTAS e TDM (este exclusivamente para sistemas Pro Tools HD). Com o Pro Tools 10, vemos um novo formato de  plug-in: AAX.
Em versões anteriores do Pro Tools HD, você poderia optar por inserir plugins TDM ou RTAS em uma trilha. Muitos plugins tinham as duas versões, TDM e RTAS (embora a versão TDM fosse, geralmente, um pouco mais cara).
A principal diferença entre os dois é que os plug-ins TDM rodam nas placas aceleradoras que são parte do sistema HD. Essas placas possuem chips que multiplicam o poder de processamento do computador e podem ser usadas para lidar com processamento de plugins TDM e o próprio Pro Tools. Plugins RTAS usam o processador nativo do seu computador (CPU). O computador sozinho pode não suportar processar ao mesmo tempo o áudio, os plug-ins de efeitos, executar instrumentos virtuais etc.
RTAS e TDM agora estão se tornando formatos ultrapassados – ainda com suporte, mas por quanto tempo?
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DirectX (PC). O formato de plug-ins DirectX (ou DX) de áudio é um subconjunto da tecnologia DirectX desenvolvida pela Microsoft para aplicações de multimídia no Windows. Os efeitos podem ser aplicados em tempo real ou durante a edição do áudio.
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DXi (PC), que significa “DirectX instrument”, é a tecnologia DirectX aplicada a plug-ins que representam instrumentos musicais, como um sampler ou um sintetizador, que podem ser anexados a um programa sequenciador/gravador como o Cubase ou o Sonar para serem tocados e sequenciados como os teclados “de verdade”.
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Audio Units (Mac). Formato de plug-ins de efeitos e de instrumentos do Mac OS X. Assim como no caso do Core Áudio, a Apple deseja tornar o formato Audio Units um padrão para o Macintosh. Entretanto, alguns fabricantes relutam em adotá-lo e preferem desenvolver os seus próprios formatos.
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RTAS (Mac, PC). Real-Time AudioSuite é um formato de plug-in da Avid usado no Pro Tools. Diferentemente do TDM (abaixo), o plug-in RTAS opera dependendo do poder de processamento da CPU, não de processadores extras. Está sendo substituído pelo formato AAX.
TDM (Mac, PC) ou Time Division Multiplexing é a tecnologia que permite que o áudio do ProTools HD seja processado através dos processadores DSP adicionados ao computador através de placas de expansão PCI-E. Os plug-ins TDM, ao contrário dos demais, são processados por esses chips DSP, e não pela CPU, o que alivia o processamento do áudio e torna o ProTools HD mais robusto que os concorrentes. Plug-ins TDM só rodam no Pro Tools HD e, por isso, costuma ser mais caros. Estão sendo substituídos pelo formato AAX.
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VST e VSTi (Mac, PC). Virtual Studio Technology (tecnologia do estúdio virtual) é a expressão criada pela Steinberg para descrever seu formato de plug-ins de efeitos e instrumentos. VST se refere aos efeitos e VSTi, aos instrumentos. Existe uma grande quantidade desses plug-ins e eles são aceitos, além dos programas da Steinberg (Cubase e Nuendo), por concorrentes como SONAR, FL Studio, Sony Acid, Reaper e Ableton Live, os estúdios virtuais.
Uma estação de trabalho ou estúdio virtual com suporte a VST costuma ter uma pasta chamada “vst” ou “vstplugins”. O endereço desta pasta é confirmado na instalação de todo estúdio virtual. O programa verifica essa pasta e todos os plug-ins que estiverem nela são automaticamente reconhecidos e estão disponíveis para uso.
Se usarmos mais de um estúdio virtual, basta indicar, na instalação de cada um deles, a pasta “vst” original onde todos os plug-ins já estão instalados. Assim, se você, por exemplo, já tinha o Cakewalk SONAR e depois instalou o Ableton Live, basta, na instalação, indicar para o Live a pasta que está dentro do diretório do SONAR, por exemplo, em <C:\Program Files\Cakewalk\Vstplugins>.
Cada novo plug-in VST instalado nessa pasta estará disponível para todas as estações de trabalho, bastando repetir a verificação de plug-ins. Esta pode ser automática, realizada a cada reinício do software, ou executada manualmente, após a instalação do novo plug-in. Esta última prática evita o desperdício de tempo na abertura do programa, todos os dias, quando seriam verificados os mesmos plug-ins. A grande popularidade da tecnologia VST se deve ao fato da Steinberg, a empresa criadora, disponibilizar gratuitamente as ferramentas de programação para qualquer desenvolvedor e autorizar qualquer outra empresa a lançar novos estúdios virtuais compatíveis com o VST.
A FXpansion Audio produz um conversor VST para RTAS que permite o uso de plug-ins desenvolvidos em ambiente Steinberg dentro do Pro Tools, expandindo as capacidades de processamento da estação de trabalho. A FXpansion afirmou que um conversor RTAS para VST não pode acontecer “por razões técnicas e legais”.

Conclusões

Assim, se você tem uma placa de som para estúdio e usa Windows, na maioria dos programas o driver mais recomendado é o ASIO e os plug-ins, VST/VSTi. Isto se aplica aos programas Cubase, Nuendo, WaveLab, SONAR, Ableton Live, Sound Forge, Fruity Loops, Reaper, Acid e muitos outros.
Se ainda não tiver a placa de som, o jeito é arriscar o driver ASIO4ALL para poder usar os plug-ins VST/VSTi. Senão, use os plug-ins DirectX e DXi com driver WASAPI ou WDM e torça para não ter muita latência no áudio.
Se você usa o Logic no seu Mac, as coisas são mais simples e é só usar plug-ins da tecnologia AU. Até a interface de áudio onboard está em condições de trabalho e as outras interfaces costumam ser instaladas sem dificuldades.
Se o seu programa é o Pro Tools ou o Pro Tools HD, fique atento à transição das tecnologias RTAS e TDM para a moderna AAX.
Atualize-se dentro das suas necessidades e faça boas escolhas!

Instrumentos VST - Quer saber o que é?

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Não precisamos mais comprar diversos teclados e módulos de som para produzir música. Basta instalarmos os novos e poderosos instrumentos virtuais em nossos computadores e acioná-los com um controlador. Eles já têm timbres tão realistas quanto os dos instrumentos acústicos, elétricos e eletrônicos originais, atendendo desde o músico erudito até o DJ, passando pelos artistas pop e os arranjadores e compositores do cinema, da TV, do teatro e da multimídia.

Percussão na EZdrummer
Esses instrumentos podem ser programas avulsos ou plugins das estações de trabalho. No primeiro caso, abrimos o programa e tocamos os seus sons através de um controlador MIDI. No segundo, abrimos primeiro o programa de gravação e, nele, o plugin. O acionamento é feito pelo controlador e pelo seqüenciador MIDI, com a vantagem de podermos registrar e editar tudo o que tocamos.
Existem várias tecnologias que permitem que computadores rodem plugins de instrumentos e áudio. Há também uma variedade de controladores ou drivers para rodarmos nossos programas de som. Os mais populares nos estúdios são os plugins VST e o driver ASIO. Leia mais em http://homestudio.com.br/blog/index.php/plug-ins-e-drivers-de-audio-entenda-as-siglas-e-as-tecnologias/.
Virtual Studio Technology foi o termo adotado pela Steinberg para seu formato de plugins. VST são os efeitos e VSTi, os instrumentos. Existe uma grande quantidade desses plugins e eles são aceitos pelos programas da Steinberg (Cubase e Nuendo) e por concorrentes como Sonar e Ableton Live. Os VSTi 2.0 têm inovações como sincronização por BPM e troca de timbres (patch change).
Muitos dos nossos novos instrumentos usam enormes coleções de sonoridades, chamadas ‘bibliotecas’ ou ‘libraries’, algumas ocupando dezenas e até centenas de gigabytes, exigindo discos rígidos grandes e rápidos, muita memória RAM e muito processamento.
É muito útil instalarmos os programas e plugins no hard disk do sistema (C:) e as bibliotecas (os sons dos instrumentos) em outro HD. Quanto maior o disco rígido, mais sons poderão permanecer instalados. Quanto mais rápido, melhor desempenho. Quanto mais processamento e memória no computador, mais instrumentos podem rodar simultaneamente. As coleções de samples sempre utilizam bastante RAM, então a indústria criou tecnologias para leitura direta do disco, usando mais o HD e aliviando um pouco a memória.
Alguns instrumentos que apresentaremos a seguir precisam de computadores bem potentes. Para termos alguma tranqüilidade, sem a máquina engasgar, devemos usar processadores de quatro núcleos, como o Intel I7. Há instrumentos que são suportados por máquinas mais leves. A memória deve ser de, pelo menos, quatro gigabytes. Os sistemas operacionais de 64 bits (Windows e Mac) aceitam mais memória. Em todas as opções, precisamos de uma placa ou interface de som com driver ASIO.
Plug-ins de instrumentos. Podemos agrupá-los em categorias musicais, como sintetizadores, samplers e presets (instrumentos pré-sampleados: baterias, orquestras e outros)
Baterias
Battery, da Native Instruments (NI). Bateria versátil e completa, com timbres ricos e potentes. Contém baterias de jazz, pop, rock, vintage, reggae, dub, hip hop, eletrônicas, sintéticas, efeitos e percussões orquestrais e étnicas.
BFD, da FXpansion. Considerada uma das melhores baterias atualmente no mercado. Com seu programa fácil de mexer, você monta sua bateria peça por peça. Contém tambores, pratos e percussões de marcas famosas, como Pearl, Tama, DW, Sabian, Zildjian e outras.
EZdrummer
EZdrummer, da Toontrack. Poderosa bateria acústica expansível para profissionais e iniciantes. Tem como interface gráfica a foto dos instrumentos, e podemos tocá-los clicando diretamente sobre eles ou, claro, com um controlador ou um seqüenciador. Sons excelentes com muita expressão, kit de percussão, mesa de mixagem e inúmeros loops MIDI que arrastamos sobre o seqüenciador para iniciar os arranjos.
Stylus RMX, da Spectrasonics. Máquina de loops com grande variedade e riqueza de ritmos eletrônicos. Arrastando-os para o seqüenciador, podemos montar os arranjos. Cada loop tem seus sons distribuídos pelas notas MIDI para criarmos novos ritmos, usando um controlador e o seqüenciador.
Baixos
Broomstick Bass
Broomstick Bass, da Bornemark. Tem baixos tradicionais, como Fender Jazz Bass (perfeito), MusicMan, baixos de pedais de órgãos, Moogs e o clássico contrabaixo acústico, entre outros, além de vários controle de expressão (trastejamento, ghost note,legatostaccatoglissando) Ele também tem alguns sons de bateria com variações rítmicas para ajudar na produção de uma “levada”.
Trilian
Trilian, da Spectrasonics. Sintetizador de baixos com sonoridades bem expressivas, como o Fender Jazz Bass fretless de Jaco Pastorius em diversas técnicas, além de bons slaps, e baixos eletrônicos e acústicos.
Pianos e teclados
Akoustik Piano
Akoustik Piano, da NI. Traz em 16 GB os três mais respeitáveis pianos de cauda: Steinway D, Bechstein D 280 e Bösendorfer 290 Imperial, além do piano vintageSteingraeber 130.
Órgão Hammond B4
B4, da NI. Reprodução do lendário órgão Hammond B3 com seus controles drawbars, gabinete com alto-falantes giratórios Leslie, distorcedor, amplificador valvulado e todos os recursos analógicos do original.
Elektrik Piano, da NI. Contém quatro dos pianos elétricos mais usados, Fender Rhodes MK I e MK II, Hohner Clavinet E7 e Wurlitzer A 200.
Ivory, da Synthogy. O mais elogiado, com mais de 40 GB de samples, tem os pianos Bösendorfer 290 Imperial Grand, Steinway D Concert Grand e Yamaha C7 Grand.
Virtual Grand Piano, da ArtVista. Biblioteca do Kontakt. Contém presets de pianos de todos os estilos, inclusive de gravações de diversos grandes artistas de 1950 até hoje, seja, por exemplo, Beatles, Elton John ou Norah Jones.
Orquestras e corais
Garritan. Bibliotecas do Kontakt. Coleções cada vez mais presentes nas grandes produções em estúdios, shows ou concertos: Jazz & Big Band, Personal Orchestra e Steinway & Sons, todas com diversos timbres e articulações.
Miroslav Philarmonik
Miroslav Philharmonik Orchestra & Choir Workstation, da IK Multimedia. Inúmeros sons de orquestra e coro. Embora prontos para usar, os timbres podem sofrer ajustes de sintetizador, como filtros, envelopes, LFOs, e também com 20 efeitos de áudio.
Symphonic Orchestra, da EastWest/QuantumLeap (EW/QL). Tem todos os timbres e articulações necessários para compormos e produzirmos qualquer tipo de música que precise de sons de orquestra de altíssima qualidade. Dispensa o sampler, funcionando sozinho ou como plug-in do Cubase, Pro Tools, Sonar etc.
Symphonic Choirs, da EW/QL. Coro sinfônico com as quatro vozes principais divididas em vozes masculinas (tenores e baixos) e vozes femininas (sopranos e contraltos). Encontramos ainda vozes de crianças e samples com o coro completo. A ferramenta chamada “Advanced Wordbuilder” permite escrever o texto que o coro irá cantar.
Vienna Symphonic Library ou VSL, da ILIO. A maior e mais completa coleção de samplesorquestrais para o Kontakt, da Native, e o GigaStudio, da Tascam, que existe no mercado hoje, com mais de 550 GB. O recurso Performance Tools é uma ferramenta incluída que torna o Vienna uma das mais desejadas coleções de sons de orquestra entre produtores, compositores e arranjadores. Com ele é possível tocar ao vivo articulações alternadas como as arcadas dos instrumentos de cordas, legatos perfeitos e repetições bem naturais das notas.
Sons em geral
Bandstand, da NI. Substitui nossos velhos teclados General MIDI. Traz uma coleção com mais de 2 GB de amostras dos famosos 128 instrumentos GM e mais nove baterias, ideal para a produção de qualquer musica que precise de timbres GM, como Standard MIDI Files (arquivos .mid) para ringtones de celulares, internet e outros usos.
Colossus, da EW/QL. O “canivete suíço” dos instrumentos virtuais tem uma coleção de 32 GB de timbres de altíssima qualidade. Podemos produzir e compor em qualquer estilo e gênero musical. Contém baterias e percussões, violões e guitarras, pianos, sopros, orquestra, coro, instrumentos étnicos, sintetizadores e muito mais.
Hyper Canvas e Virtual Sound Canvas, da Edirol. Com presets básicos de instrumentos e efeitos, os dois plug-ins operam simultaneamente nos 16 canais MIDI com baixo consumo de processamento e memória.
Sintetizadores
Absynth, da NI. Sintetizador para camas e efeitos complexos com interessantes combinações de efeitos originais com múltiplas técnicas de síntese e sampler.
Atmosphere, da Spectrasonics. Contém grande e variada quantidade de patches editáveis com sons de sintetizadores clássicos, camas, efeitos eletrônicos e muito mais. Ótima sonoridade.
FM8, da NI. Sintetizador por modulação de freqüência (FM) baseado no famoso Yamaha DX7. Contém os sons do FM7.
Massive
Massive, da NI. Sintetizador de excepcional sonoridade analógica para baixos, solos, instrumentos polifônicos e outros. Fácil de programar, com centenas de timbres criados por especialistas.
V Collection, da Arturia. Coleção de cópias mais que perfeitas dos lendários sintetizadores MinimoogMoog ModularYamaha CS-80ARP2600Prophet-5 eRoland Jupiter-8 com todos os recursos de programação dos instrumentos originais e sons programados pelos mais famosos sound designers. Esses instrumentos também são fornecidos avulsos.
Samplers
Kontakt
Kontakt, da NI. – Possui uma biblioteca com mais de 15GB.  Trabalha com Advanced surround sound e é compatível com os principais samplers do mercado.
Kompakt, da NI. Muito fácil de usar, tem apenas oito canais MIDI, mas importa samplesdo Kontakt e do GigaStudio, entre outros.
SampleTank, da IK Multimedia. Sampler com biblioteca de sons bem versátil, com pianos acústicos e elétricos, cordas, metais, madeiras, vocais, sons orquestrais, órgãos, percussões, baterias, baixos, guitarras, sintetizadores, loops e sons étnicos.
Conclusões. São irresistíveis esses programinhas, mas, para usá-los à vontade, todos juntos, precisamos de um  bom computador. O ideal é instalar só os plug-ins que vão mesmo ser usados e que sejam aceitos pelas nossas máquinas. Tente conhecê-los com os amigos e as demonstrações da internet para escolher bem. Ao sequenciarmos os arranjos com eles, devemos ir convertendo as pistas MIDI em áudio para liberar o computador, à medida que as partes vão ficando prontas.
Apresentamos a maioria desses modelos e suas técnicas de utilização nas aulas práticas de nosso curso de Home Studio – Produção Musical.
Boas escolhas e boas produções!